Na Tua Igreja, ó Cristo!, encontramos o valor divino do humano.

sábado, 7 de agosto de 2010

Ecclesiam Tuam (31 a 35)


31/10   É notável que Cristo tenha dito que para entrar no reino dos Céus é preciso, não fazer-nos como João Baptista, ou como Ele mesmo, mas como criancinhas.

31/10   Nenhum pecado é maior que a Misericórdia divina. Então porquê desesperar? E, do mesmo modo, que impede o nosso arrependimento sincero?

32/10   É preciso lembrar ao homem peregrino que a oração cristã se fundamenta nas três virtudes cardeais?

33/10   A prática do jejum, de que não passou ao lado o encontro ecuménico de Assis (2001), tem a ver com o passado, o presente e o futuro. Com o passado, levando a reconhecer as culpas contra Deus e contra os nossos irmãos com que cada um de nós se manchou; com o presente, aprendendo a abrir os olhos para as carências dos nossos semelhantes e para a realidade que nos rodeia;  com o futuro, acolhendo de todo o coração as realidade divinas e renovando, a partir da misericórdia de Deus, a comunhão com todos os homens e com a criação inteira. De este modo sentiremos verdadeiramente a responsabilidade pela missão que cada um de nós tem no mundo.
34/10   Foi muito bem explicado recentemente que a Igreja possui a íntima convicção de que a verdade é sua permanente aliada e de que o conhecimento e a razão são instrumentos idóneos ao dispor da fé.

35/10   Que grande felicidade poder ver em Jesus a filiação divina, que é a verdade de toda a filiação e ver igualmente a filiação humana mais alta, que é a resposta adequada do homem à filiação absoluta...Porque Ele nos persuade a crer e nos ensina a amar...porque ninguém pode chegar verdadeiramente á intimidade com Deus, se não é atraído por Cristo.